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October 2, 2024

Saiba como funcionam os impostos nos Estados Unidos – Monkey Money

maximios / Blog

Se você é um imigrante brasileiro vivendo nos Estados Unidos ou está planejando fazer da América seu novo lar, entender o sistema tributário americano é fundamental. Hoje, eu vou contar um pouquinho de como você pode descomplicar seu entendimento em impostos nos EUA, mostrando as principais diferenças em relação ao Brasil e dando dicas de como se adaptar a essa nova realidade fiscal. Let´s go!

Impostos nos EUA: uma visão geral

Nos Estados Unidos, o sistema tributário se destaca pela sua complexidade, refletindo uma organização em três níveis distintos: federal, estadual e municipal. Essa estrutura permite que cada nível de governo estabeleça e colete seus próprios tipos de impostos. Desta forma, cria-se uma variedade de taxas e regulamentações, que variam amplamente de uma localidade para outra, fazendo com que residentes e empresas tenham desafios e oportunidades únicas neste cenário.

Impostos Federais

No nível federal, o governo dos Estados Unidos impõe uma série de impostos que afetam todos os cidadãos e residentes, independentemente de em que estado ou cidade vivem. O mais conhecido é o Imposto de Renda Federal, que é progressivo, ou seja, as taxas aumentam conforme a renda do contribuinte aumenta. Entre outros, estão os impostos sobre folha de pagamento para financiar programas como o Seguro Social e o Medicare, bem como impostos sobre ganhos de capital e certas propriedades.

Impostos Estaduais 

Os impostos estaduais nos Estados Unidos não são uniformes e variam amplamente em taxas e tipos. Isso significa que cada estado pode ter um conjunto distinto de regras fiscais e taxas.

Estados como Texas e Flórida, por exemplo, não cobram imposto de renda estadual, atraindo diversas pessoas e negócios em busca de uma carga tributária mais baixa. No entanto, mesmo nesses estados, outros impostos como o Sales Tax, que incide sobre vendas de bens e serviços, e o Property Tax, baseado no valor avaliado de propriedades imobiliárias, ainda se aplicam.

As cidades e municípios também podem impor seus próprios impostos, adicionais aos estaduais e federais, incluindo impostos sobre vendas e propriedades, e em alguns casos, impostos sobre renda. Esses impostos locais financiam serviços como escolas, policiamento, serviços de emergência e infraestrutura local, contribuindo para um aumento na carga tributária total em determinadas regiões.

Diversidade de taxas e regras

A combinação dessa divisão de tributação cria uma concentração de obrigações fiscais que pode ser desafiador para os imigrantes brasileiros acostumados a um sistema mais centralizado como o do Brasil, onde a maior parte dos impostos relevantes, como o IRPF, é coletada pelo governo federal, com estados e municípios desempenhando papéis mais limitados na tributação direta de renda.

Já nos EUA, essa diversidade de taxas e regras exige que os residentes e empresários estejam muito bem informados sobre suas obrigações fiscais em todas as jurisdições onde vivem ou operam. Isso pode incluir a necessidade de preparar múltiplas declarações de impostos e pagar taxas variadas, um aspecto que pode ser surpreendente e complicado para novos habitantes.

Entendendo o Sales Tax nos EUA

O Sales Tax, ou imposto sobre vendas, é um elemento fundamental do sistema tributário americano que afeta diretamente os consumidores. Diferentemente do Brasil, onde os impostos geralmente já estão inclusos nos preços exibidos nas etiquetas, nos EUA o imposto é adicionado apenas no momento do pagamento. Isso significa que o preço final que você paga no caixa é mais alto do que o valor mostrado nas etiquetas. Além disso, é importante lembrar que o Sales Tax não é uniforme em todo o país, ele varia consideravelmente entre os estados e até entre diferentes regiões dentro do mesmo estado.

Por exemplo, em Nova York, o Sales Tax pode ser de até 8.875%, combinando as taxas estaduais e municipais. Este valor é adicionado ao preço de venda na hora da compra, o que pode surpreender quem não está acostumado a calcular impostos adicionais. Por outro lado, estados como Oregon e New Hampshire são conhecidos por não cobrarem Sales Tax estadual, o que pode representar uma economia considerável para os consumidores. Muito interessante, não é mesmo?

Como se organizar com os Sales Tax

Adaptar-se ao Sales Tax nos Estados Unidos requer alguns ajustes nos hábitos de consumo, especialmente para imigrantes que podem não estar familiarizados com esse sistema. Uma dica útil é sempre considerar o Sales Tax ao calcular o custo total antes de realizar qualquer compra. Isso é particularmente importante para itens de maior valor, onde o imposto pode aumentar significativamente o preço final.

Além disso, utilizar aplicativos com calculadora de impostos pode ser extremamente benéfico. Essas ferramentas são projetadas para ajudar a calcular o Sales Tax em diferentes estados e cidades, tornando mais fácil para os consumidores comparar custos e planejar seus gastos de maneira mais eficiente. O que pode ser especialmente útil para quem viaja entre estados e deseja aproveitar as melhores taxas de imposto.

Para quem vive perto de estados sem Sales Tax ou planeja viajar para essas áreas, vale a pena considerar fazer compras mais significativas nessas localidades, aproveitando assim a ausência de imposto sobre vendas para economizar.

Outra dica muito relevante é estar atento a períodos conhecidos como “tax holidays”. Durante esses períodos, o Sales Tax fica temporariamente suspenso para determinados itens, como materiais escolares ou produtos de emergência, uma ótima oportunidade para fazer compras planejadas e economizar ainda mais.

Dicas para se adaptar aos impostos americanos

Sei que já dei alguns toques mas como eu realmente gosto de te ajudar, vou colocar agora de forma resumida algumas dicas para você se adaptar aos impostos americanos.

  1. Entenda as alíquotas do seu Estado: Conhecer as especificidades do estado em que você vive é crucial. Pesquise as alíquotas de imposto de renda estadual, se houver, e as taxas de Sales Tax.
  2. Organize seus documentos: Manter uma organização rigorosa de seus documentos fiscais é essencial nos EUA. Guarde todos os recibos e comprovantes de pagamento, pois você precisará deles na hora de declarar seu imposto de renda.
  3. Use ferramentas de auxílio: Existem várias ferramentas e softwares que podem ajudar você a se organizar e preparar sua declaração de impostos, como o TurboTax e o H&R Block. Muitos desses serviços oferecem versões em português para ajudar os brasileiros a navegar no processo.
  4. Consulte um profissional: Se achar necessário, não hesite em consultar um contador ou um consultor fiscal especializado em tributação para expatriados. Eles podem oferecer orientações valiosas e ajudar a evitar problemas com o IRS – Internal Revenue Service.

Entender e adaptar-se ao sistema de impostos nos EUA é um passo importante para evitar surpresas desagradáveis e garantir que você possa desfrutar de sua vida na américa sem preocupações fiscais desnecessárias. Com as informações certas e um pouco de preparação, você se sentirá mais confiante para navegar no complexo mundo tributário americano. E lembre-se, eu está aqui para ajudar você em cada passo dessa jornada! Vamos juntos descomplicar sua vida financeira nos EUA, com o Monkey Money App que está disponível tanto no App Store quanto no Play Store, baixe agora!

September 18, 2024

Saiba quais são os direitos dos imigrantes nos Estados Unidos

maximios / Blog

Morar os Estados Unidos é um sonho para muitas pessoas e apesar dos desafios de ser um imigrante em terras americanas, dá para viver uma rotina tranquila e repleta de oportunidades. Porém, entender seus direitos de imigrante é fundamental para sua proteção e de sua família.

Esse é um tema essencial para quem vive por aqui, pois os EUA possui leis voltadas para que os estrangeiros sejam tratados com proteção e respeito, mesmo nas situações mais complicadas. Continue a leitura e saiba mais sobre como essas leis funcionam.

Abordagem por um oficial da imigração

Embora seja improvável que você seja abordado por um oficial de imigração na rua ou no seu dia a dia, é sempre bom estar preparado para eventuais ações e operações que talvez você ou um amigo possa experienciar. O mais importante é que, caso isso aconteça, você mantenha a calma e escute com atenção as perguntas do oficial do departamento de imigração (U.S. Immigration and Customs Enforcement – ICE). Você pode consultar mais detalhes sobre os seus direitos, em caso de abordagem pelo ICE aqui, mas não exclui a necessidade de consultar um advogado para esclarecimento de dúvidas ou consulta sobre a sua situação legal.

Abordagem por um policial

Ao morar nos EUA, você já deve ter reparado que tem policial em tudo quanto é canto, né? É bem comum ver policiais na rua em geral, fazendo ronda pelo bairro, nas portas de clubes e boates, centro de cidades, etc.

Porém, é mais comum que você seja abordado somente se estiver fazendo algo irregular – ao dirigir, estacionado onde não deve, consumindo bebida publicamente em lugares proibidos ou se ficar em um parque após o horário de fechamento. Só que não precisa ter medo. Assim como no Brasil, o procedimento padrão é apresentar um documento de identificação, como sua carteira de motorista ou passaporte, e responder às perguntas que forem feitas à você. Para evitar problemas, consulte as leis do estado da onde você mora ou está visitando.

Especificamente sobre abordagem no trânsito, a polícia ligará a sirene logo atrás de você, que por consequência deverá parar imediatamente o carro em um lugar seguro, como no acostamento, por exemplo. Lembre-se que se isso acontecer, você deverá abaixar os vidros, ligar a luz de dentro do carro, manter as duas mãos no volante e o mais importante: não desça do carro ou faça movimentos bruscos. Se precisar pegar algum documento na bolsa, no porta-luvas ou no banco de trás, anuncie o seu movimento com clareza para evitar má interpretações pelo policial.

Então, responda as perguntas com calma e tranquilidade, apresentando as documentações que podem ser solicitadas e não minta. Se você foi parado por uma operação policial ou por rotina, e está tudo regular, somente com sua habilitação e a placa do carro eles consultarão seu histórico e rapidinho vão te liberar.

Se alguma irregularidade foi cometida, talvez você receba uma multa, que poderá recorrer em alguns casos. Outras atitudes por parte dos policiais são raras, quando irregularidades mais graves são cometidas. Ah lembre-se que beber antes dos 21 anos ou beber e dirigir em geral, é proibido, ein? Beba somente depois de atingir a idade permitida e vá de carona ou planeje-se para voltar de Uber, Lift ou taxi para evitar problemas.

Guarda de filhos menores

Para manter a mente saudável nos EUA, é sempre bom saber que nossas crianças estarão bem protegidas, não é mesmo? Por isso, se você quiser, você pode antecipar qualquer problema, por mais improvável que isso seja, e existem algumas medidas que podem ser adotadas pelos pais.

Você poderá, por exemplo, protocolar uma “Petition for Guardianship” junto à “Family Court” do local onde reside, e/ou fazer uma procuração nomeando um representante perante a justiça americana e demais órgãos. Com isso, um familiar ou amigo pode pedir a transferência da guarda, e seus filhos poderão residir na casa do guardião temporário.

Proteção da residência

Você está vivendo o mundo de oportunidades dos Estados Unidos, já mora em uma casa bacana, tem um cartão de crédito americano e se acostumou com o estilo de vida? Saiba que você também conta com alguns direitos invioláveis, como a proteção da residência. Na prática, isso quer dizer que um policial só pode entrar no seu lar com um mandado judicial.

Além disso, existem horários que devem ser respeitados, como fazer buscas apenas entre 6h a.m e 6h p.m. O oficial pode passar uma cópia do mandado por baixo da porta e você deve examiná-lo, verificando seu nome e endereço, bem como a assinatura do juiz que autorizou a busca. Você tem o direito de permanecer calado, negar a entrada do policial sem mandato e exigir a presença de um advogado.

Discriminação por nacionalidade

A legislação americana é sempre muito clara quando diz que, independentemente do status migratório ou da situação do país, as pessoas têm os seus direitos resguardados e devem ser tratadas com respeito. Isso também quer dizer que não pode haver nenhuma discriminação por nacionalidade.

Sendo assim, é recomendável que você tenha sempre à mão o contato de um advogado especializado em imigração, de forma que você possa ligar se houver uma situação mais delicada. Existem instituições e empresas que prestam serviços de consultoria e advocacia, algumas das quais que se dedicam à comunidade brasileira.

Retorno ao Brasil

Você não se adaptou ao estilo de vida americano e deseja voltar para o Brasil? Então, saiba que um dos direitos dos imigrantes nos Estados Unidos é o retorno para o país de origem, e diversas organizações não governamentais têm ações específicas para isso.

Uma delas é o Programa de Apoio ao Retorno Voluntário e à Reintegração (PRVR), gerido pela Organização Internacional para as Migrações (OIM). Na prática, é um sistema que tenta ajudar os imigrantes que não têm condições de permanecer no país ou não querem mais continuar fora, incentivando o retorno voluntário para o cidadão e sua família.

Deportação de imigrantes

Por fim, não podemos deixar de tocar em um assunto delicado aqui nos Estados Unidos: a deportação. Vale ressaltar que mesmo se isso aconteça, a saída não é automática e ocorre um processo.

Existem diversas possibilidades para recorrer, solicitando, por exemplo, a regularização do status, pagamentos de fianças, adiamentos ou mesmo asilo, caso não tenha cometido algum crime de maior gravidade. Invariavelmente, o mais comum é se apresentar frente a um juiz e a uma corte de imigração. Se você optar pela saída voluntária, há o benefício de não ser proibido de retornar posteriormente. É importante frisar que não existe prazo definido para que esses processos sejam julgados.

Como você pôde ver, os imigrantes possuem muitos direitos nos Estados Unidos. Lembre-se de que você está na terra da liberdade e das oportunidades, que garante respeito a qualquer cidadão, independente de seu status imigratório.

Gostou de aprender quais são os direitos dos imigrantes nos Estados Unidos? Então, que tal conferir também o nosso post que fala sobre 9 curiosidades que ninguém contou a você sobre os EUA?

As informações contidas neste artigo não são e nem pretendem ser aconselhamento legal. Este artigo pode ser retirado do ar, sem aviso prévio.

September 14, 2024

Como você lida com as minhas informações pessoais?

maximios / Blog

Coletamos informações do cliente porque é exigido por lei e para nos ajudar a atendê-lo.

Tenha em mente que nunca venderemos ou compartilharemos suas informações pessoais, exceto conforme necessário para o serviço de sua conta e de acordo com regulamentações federais, estaduais e locais.

  • Você precisará fornecer algumas informações pessoais básicas, como nome, endereço residencial nos Estados Unidos (não um de caixa postal), número de telefone, endereço de e-mail, *SSN (ou outro documento de identificação) e data de nascimento. *Os …

  • Você pode encontrar informações sobre nossas taxas aqui.

  • O suporte ao cliente é fornecido por meio do aplicativo seguindo os seguintes passos: Faça login Clique em ‘Mais’ Selecione ‘Central de Ajuda’. Você pode entrar em contato com o suporte nos seguintes horários: Segunda a Sexta das 10AM às 4PM EST …

  • Método 1: Depósito por Transferência Bancária Passo 1: Abra o aplicativo Monkey Money em seu dispositivo. Passo 2: Selecione a opção “Adicionar Conta ACH” no menu principal. Passo 3: Siga as instruções na tela e clique em “Continuar”. Passo 4: …

  • Sim, você pode usar seu cartão de débito para sacar dinheiro e fazer compras em qualquer lugar em que a bandeira Mastercard seja aceita. As taxas estão sujeitas a serem cobradas de acordo com nossa tabela de tarifas.

September 13, 2024

Email Protection | Cloudflare

maximios / Blog

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September 12, 2024

Educação financeira como ferramenta de empoderamento para imigrantes – Monkey Money

maximios / Blog

Hoje vamos falar sobre um tema que é essencial para todo imigrante que chega por aqui para viver seu “American Dream”: a educação financeira. Se você está se perguntando como essa pode ser uma poderosa ferramenta de empoderamento, então você veio ao lugar certo! Quando falamos em empoderamento financeiro, estamos falando sobre ter o controle da sua vida financeira, compreendendo todos os aspectos que envolvem dinheiro e fazendo escolhas conscientes que vão impulsionar sua estabilidade e crescimento enquanto vive aqui nos Estados Unidos. Não deixe de me acompanhar até o final, você não irá se arrepender, como já é de costume, vou te trazer um montão de dicas. Let’s go!

Por que a educação financeira é crucial para imigrantes?

Primeiramente, entender o sistema financeiro do seu novo lar é fundamental. Diferente do Brasil, os EUA têm suas próprias regras, impostos, e oportunidades de crédito e investimento. Saber navegar por essas águas não é só útil, mas essencial para evitar armadilhas e aproveitar as oportunidades que surgem.

Aqui nos Estados Unidos, o seu credit score pode abrir ou fechar muitas portas. Ele influencia desde a aprovação para alugar um apartamento até as taxas de juros que você paga em empréstimos. Por isso, entender como construir um bom crédito é mais do que uma habilidade — é uma necessidade!

Saber como planejar e manter um orçamento é essencial para não só sobreviver, mas prosperar. Muitos imigrantes enfrentam o desafio de equilibrar despesas entre dois países: responsabilidades financeiras no Brasil enquanto se adaptam aos custos de vida nos EUA. A educação financeira te ajuda a fazer isso de uma maneira muito mais eficaz.

  1. Preparação para emergências

A vida é cheia de surpresas, e quando você está longe de casa, estar preparado é ainda mais importante. Um fundo de emergência é crucial, e entender como poupar para isso é uma parte importante da educação financeira.

Ferramentas e recursos para imigrantes

Aqui no Monkey Money App, oferecemos várias soluções que facilitam a vida do imigrante brasileiro. Desde abrir uma conta digital com facilidade até enviar dinheiro para o Brasil com taxas fixas e competitivas, e ainda um atendimento ao cliente totalmente em português. Mas além de usar nosso app, também recomendamos:

  • Workshops e seminários: Participe de workshops sobre finanças pessoais e investimentos nos EUA. Esses encontros são uma mina de ouro de informações e também uma ótima maneira de conhecer outras pessoas na mesma situação que você.
  • Blogs e artigos: Assim como este que você está lendo! Mantenha-se informado com conteúdo atualizado sobre as melhores práticas financeiras nos EUA.
  • Consultores financeiros: Em alguns casos, pode ser útil conversar com um profissional, especialmente se você estiver planejando grandes investimentos ou mudanças na sua vida financeira.

Empoderamento através do conhecimento

O conhecimento é poder, e isso nunca foi tão verdadeiro quanto no campo das finanças pessoais. Para nós imigrantes, entender as nuances do sistema financeiro nos EUA não é apenas sobre dinheiro, é sobre conquistar um espaço, se estabilizar e construir um futuro promissor neste novo mundo.

Quando você entende de finanças, você se sente mais confiante para tomar decisões, negociar melhores condições e explorar novas oportunidades. Além disso, a educação financeira te ajuda a evitar os erros comuns que podem levar ao endividamento ou problemas com dinheiro.

Portanto, se você é um imigrante nos EUA ou está planejando se mudar para cá, investir na sua educação financeira é um dos passos mais importantes que você pode dar. Lembre-se, você não está sozinho nessa jornada. Como seu melhor amigo aqui nos EUA, posso te garantir que junto com o Monkey Money App, estamos sempre prontos para ajudar você a navegar por esse novo capítulo da sua vida com dicas, ferramentas e muito suporte.

Dicas práticas para fortalecer sua educação financeira

  • Faça cursos online sobre finanças: Muitas instituições e profissionais oferecem cursos online que podem ajudá-lo a entender melhor como gerenciar seu dinheiro. Você pode inclusive encontrar versões gratuitas e outros com preços totalmente acessíveis a sua realidade.
  • Utilize aplicativos para gerenciar suas finanças: Apps como o Monkey Money App não apenas facilitam transações financeiras, mas também ajudam você a manter controle sobre seus gastos e investimentos.
  • Junte-se a grupos de apoio financeiro: Encontrar uma comunidade de imigrantes que enfrentam desafios semelhantes pode fornecer apoio e compartilhamento de recursos valiosos.
  • Leia sobre leis fiscais e financeiras nos EUA: Compreender as leis fiscais pode ajudá-lo a evitar multas e aproveitar benefícios fiscais.

Viu como a educação financeira pode ser um verdadeiro trampolim para o sucesso nos EUA? Agora que você entende melhor como gerenciar suas finanças, aproveite para colocar esses conhecimentos em prática. Planeje seu orçamento, construa um bom crédito e prepare-se para qualquer emergência. E não esqueça de explorar todas as ferramentas e recursos disponíveis, com o Monkey Money App, que podem facilitar sua jornada financeira aqui. Como estamos falando de empoderamento e crescimento pessoal, confira também nosso conteúdo sobre a diferença entre as leis trabalhistas do Brasil e EUA. Vamos juntos tornar seu “American Dream” uma realidade próspera e segura!

Continue nos seguindo para mais dicas e não se esqueça de baixar o Monkey Money App para ter sempre ao seu lado um amigo que entende você e suas necessidades! Vamos juntos nessa!

September 10, 2024

Arquivos Empreendedorismo – Monkey Money

maximios / Blog

31 de outubro de 2023

Já assistiu a algum filme de Hollywood, com crianças vendendo limonada na frente de casa? Ou pessoas fazendo bazar, para ganhar alguns dólares extras? Esses temas são comuns de a gente ver por que a cultura empreendedora é essencial nos Estados Unidos. Aliás, desde a infância, todo mundo é ensinado a lutar pelos seus objetivos e alcançar o sucesso com dedicação e trabalho duro. Tanto que o país é conhecido como a “Terra das oportunidades”. Provavelmente é por isso que você está aqui também, right – certo? A seguir, eu quero te mostrar como o espírito empreendedor sustenta a cultura americana e como ela é formada por inovação e riscos. Saiba também como funciona a cultura da recompensa ao sucesso, e conheça histórias inspiradoras para você alcançar os seus sonhos. Have a good read – Boa leitura! O espírito empreendedor como um pilar da cultura americana A cultura empreendedora nos Estados Unidos não surgiu de repente, e nem alcança apenas os americanos. Mas para entendê-la melhor, volte às aulas de Geografia e História, e relembre o famoso conceito de American Dream – “Sonho Americano” que eu conto um pouco neste post do meu blog. Segundo a definição do portal Britannica, ele se refere ao popular ideal de que os Estados Unidos são a terra da oportunidade, na qual as pessoas têm possibilidades de ascender com trabalho e força de vontade, sendo consideradas iguais e livres. Assim, conforme a fonte, a origem para esse ideal seria exatamente vinda dos primeiros colonizadores europeus, que chegaram ao país fugidos de perseguições ou buscando novas oportunidades de vida. Aliás, a vida dos “pioneiros” é parte importante da história americana, que você pode relembrar no feriado de Thanksgiving – Ação de Graças. Dessa forma, essa ideia chegou a inspirar a Declaração da Independência Americana, realizada em 4 de julho de 1776, com a famosa frase: We hold these truths to be self-evident, that all men are created equal, that they are endowed by their Creator with certain unalienable Rights, that among these are Life, Liberty and the pursuit of Happiness. “Nós consideramos estas verdades evidentes por si mesmas, que todos os homens são criados iguais, que são dotados por seu Criador com certos direitos inalienáveis, que dentre estes são Vida, Liberdade e a procura da Felicidade.” Mais adiante, ainda segundo o Britannica, o termo “Sonho Americano” foi cunhado pelo empresário e historiador americano James Truslow Adams, em 1931, em seu livro The Epic of America – “O Épico da América.” Na obra, o autor explica o conceito não como um sonho de alcançar sucesso econômico apenas, mas de que cada pessoa atinja seu máximo potencial e que seja reconhecida pelo que é, sem importar suas origens e status.

A globalização do American Dream Com esse cenário, os Estados Unidos construíram uma economia forte, baseada no espírito empreendedor, que despontou o país entre os melhores do mundo. Segundo a companhia U.S. News & World Report, em seu ranking de melhores países de 2022, o país ocupa a 5.ª posição, ficando atrás apenas de Suíça, Alemanha, Canadá e Austrália. Na classificação, são consideradas várias métricas, como qualidade de vida, influência, empreendedorismo e abertura para negócios. Assim, pessoas de outros países passaram a imigrar para os Estados Unidos também em busca do “sonho” e a fazer parte da sociedade americana. Para você ter uma ideia, entre 1892 e 1954, a ilha de Ellis, no porto de New York, recebeu mais de 12 milhões de pessoas. Décadas depois, mesmo com mudanças econômicas e políticas, o país ainda é o destino para quem procura novas oportunidades. Aliás, segundo a Câmara de Comércio dos EUA, profissionais da área da saúde, engenheiros, especialistas em TI e empreendedores que geram emprego estão entre os que têm maior destaque em solo americano. Cultura empreendedora nos EUA: inovação e riscos Mergulhar de cabeça na cultura empreendedora é algo do qual os americanos não têm medo, especialmente considerando as recentes mudanças econômicas, que levam as novas gerações a interpretar o “Sonho Americano” de uma forma mais ampla e até mais próxima do conceito original. Segundo reportagem da CNBC, uma pesquisa da empresa GoDaddy, realizada com mais de mil donos de pequenos negócios nos Estados Unidos, 54% respondeu que o American Dream se trata de se sentir feliz na vida, e 49% apontou a relação do ideal com a liberdade de seguir suas paixões. Contudo, o aspecto de sucesso financeiro, muito relacionado ao empreendedorismo de forma geral, não fica atrás: para 56%, o aspecto “prosperidade” ainda é um motivador para o trabalho, a fim de se alcançar um estilo de vida confortável. Dessa forma, conforme a matéria, diante de acontecimentos como a pandemia de Covid-19 e o fenômeno Great Resignation – Grande Renúncia –, muitos americanos passaram a valorizar a flexibilidade do trabalho e ser seu próprio chefe, retomando o espírito empreendedor de “correr atrás” da construção de seu patrimônio pessoal. Para isso, dois fatores que sustentam essa cultura empreendedora nos Estados Unidos são a aceitação de riscos e a melhoria contínua. Por exemplo, é comum que muitas empresas atuem identificando oportunidades que o mercado já apresenta. A partir disso, novos produtos e serviços são criados e podem ser melhorados com o tempo. Um dos exemplos são os produtos da Apple: há décadas apresentam novidades que revolucionam o mercado, como o surgimento do iMac, com design colorido e maior velocidade, responsável por salvar a empresa da falência em 1998. Já a aceitação de riscos é uma característica que leva os americanos a duas boas práticas do empreendedorismo: o planejamento e a superação de falhas. Ou seja, no primeiro caso, o planejamento bem-feito leva os empreendedores a estruturar cada passo antes de agir, e conhecer seus riscos e o que é preciso para assumi-los com segurança. Por sua vez, o segundo tem a ver com nunca desanimar diante de dificuldades e falhas, enxergando algo que deu errado como uma oportunidade para corrigir e melhorar sempre. Isso leva à constante inovação, outra característica da cultura empreendedora americana. O ambiente favorável para empreender nos EUA A gente não pode falar de cultura empreendedora nos EUA, sem pensar em como a sociedade constantemente incentiva as pessoas a adotá-la. Em projetos de escola, nos clubes de faculdade e até naquela barraquinha de limonada do começo do post: em todo lugar, os americanos aplicam a cultura empreendedora e oferecem oportunidades para que ela aconteça. Tanto que em outro ranking da U.S. News & World Report, o país é o primeiro em empreendedorismo, liderando a lista, ficando na frente da Alemanha e Japão. Na prática, as ações dos Estados Unidos até se estendem para outros países. Por exemplo, existe o programa de bolsas Young Leaders of the Americas – YLAI. Lançado em 2015, mais de 1.000 jovens da América Latina, Canadá e Caribe foram para o país estudar empreendedorismo e desenvolver habilidades em organizações e empresas americanas. Cultura de recompensa e histórias inspiradoras Outro aspecto que demonstra como a cultura empreendedora nos EUA é forte é a chamada cultura da recompensa. Ou seja, a prática de reconhecer e celebrar grandes empreendedores do país, tornando-os exemplos para as próximas gerações. Dentre eles, John Rockefeller e Henry Ford são alguns destaques clássicos. Mas, além deles, tem muitas outras pessoas em quem você pode se inspirar. Check it out – Confira! Chris Gardner Sabe aquele filme com Will Smith, The Pursuit of Happyness (“À Procura da Felicidade” – 2006)? Pois é, a história de Chris Gardner é real e inspirou a produção. Um dos melhores exemplos da aplicação do conceito de grit (habilidade de perseverar e alcançar objetivos a longo prazo, segundo a psicóloga Angela Duckworth), Chris era vendedor de equipamentos médicos e chegou a morar em abrigos em San Francisco com o filho pequeno. Na década de 1980, estudou para entrar em um estágio na empresa Dean Witter Reynolds. Então, seguiu crescendo na companhia até fundar sua corretora financeira, Gardner Rich, em 1987. Jan Koum No Brasil, o WhatsApp é um aplicativo de mensagens popular, que surgiu graças a Jan Koum. Ucraniano, mudou-se para California com a família no início dos anos 1990, quando começou a aprender sobre computadores lendo manuais. Depois de se formar na Universidade San Jose, entrou para a empresa Ernst and Young em 1997, onde conheceu Brian Acton, que o levou para trabalhar no Yahoo. Em 2007, saíram da empresa e, depois de serem recusados em vagas de emprego do Facebook, criaram o aplicativo. Aliás, foi essa empresa que comprou o WhatsApp em 2014. Joy Mangano Outra história que rendeu uma produção de Hollywood, Joy (“Joy: O nome do sucesso”, 2015), a vida de Joy Mangano é outro exemplo de uma empreendedora que, apesar das dificuldades, alcançou o sucesso e conseguiu ver oportunidades de inovar em algo que já existia. Inventora, se formou em Gestão de Empresas em 1978, sendo mãe de três filhos. Em 1989, depois de seu divórcio, passou a trabalhar como garçonete. Cansada de limpar a casa se curvando e colocando a mão na água suja, decidiu inventar um esfregão de limpeza melhor, que hoje é conhecido como magic mop. Mesmo sendo taxada de louca, achou que sua invenção tinha potencial, reuniu recursos com ajuda da família e produziu 100 unidades na oficina de seu pai. Depois, assinou um contrato com o canal de televendas, QVC. Mas foi só quando apareceu nos comerciais que as vendas começaram a acontecer. No ano 2000, vendeu a empresa Ingenious Designs para a estação de televendas HSN, expandindo a oferta de produtos para mais de 100 invenções. Reconhecendo o sucesso, valorizando a independência e usando erros para aprender e melhorar, a identidade empreendedora nos EUA é um dos pilares da cultura americana atual. Porém, sua origem é antiga e remete aos primeiros imigrantes, que chegaram ao país em busca de oportunidades. Hoje, ainda podem ser considerados como a terra do American Dream, com possibilidades para americanos e imigrantes que queiram empreender, persistir e alcançar seus sonhos. Gostou de conhecer sobre a cultura empreendedora e alguns dos empresários americanos que tiveram sucesso? Compartilhe em suas redes sociais e inspire quem você conhece!

September 8, 2024

Fuja do comum com esses lugares inusitados para conhecer nos EUA – Monkey Money

maximios / Blog

Todo mundo ama as Cataratas do Niágara, tirar fotos da Estátua da Liberdade e posar ao lado do letreiro de Hollywood, certo? Eu também. Mas, às vezes, dá vontade de sair da rotina e buscar um local bem fora do radar para visitar. Felizmente, os Estados Unidos têm diversas opções nesse sentido.

Neste post, listei alguns lugares inusitados nesse país enorme, para você se divertir à beça. Você conhecerá tanto belezas naturais como mansões mal-assombradas, passando por tesouros subterrâneos que existem até hoje. Vem comigo?!

Salinas de Bonneville, Utah

Se o estado de Utah já é famoso pelas suas paisagens desérticas e pelos canyons bem perto da fronteira com o Arizona, se você se dirigir até o nordeste de Utah, encontra outro tipo de deserto: as Salinas de Bonneville, uma região de puro sal, com cerca de 260km².

Eu te explico: antes (não semana passada, mas há 15 mil anos), havia um enorme lago, que secou e virou um tapete de sal. Aí você se pergunta: mas vem cá, a galera só vai lá pra ver isso? Na verdade, não. No inverno e na primavera, entre novembro e maio, as chuvas caem, e aquela região vira um enorme espelho.

Aí, a galera se junta para curtir o espetáculo e fazer um milhão de outras coisas, como ensaios e books de casamento. É que a temporada chuvosa cria uma camada dessa água sobre a superfície plana, oferecendo uma ilusão maravilhosa entre o céu e o que está sob os seus pés.

Caso você queira conferir, só não cometa os vacilos clássicos da galera que passa por lá: só é permitido acampar em terras públicas fora do deserto de sal, ok?

Pernoitar nas planícies também é proibido. E nada de levar parte do sal pra casa, okay?

Há estradas ao redor, então é possível dirigir até lá perto. Ah, a melhor e mais próxima cidade para ficar é Wendover!

Parque Nacional da Floresta Petrificada, Arizona

Esse parque nacional no Arizona leva esse nome por conta da grande quantidade de petrified wood (madeira petrificada) que há por lá, que faz os troncos das árvores parecerem uns rocamboles gigantes. Trata-se, na verdade, de restos fósseis de vegetação terrestre.

A área é bem desértica — pense naqueles filmes de western (faroeste) antigos, em que John Wayne e seus parças trocavam tiros com índios em meio a formações rochosas. No entanto, há atrações para crianças também, como as exibições temáticas de dinossauros no museu Rainbow Forest.

A atração mais famosa, contudo, é o Painted Desert (“deserto pintado”), uma área que leva esse nome pelos tons pastéis e as misturas de cores nas rochas. Parece até que elas são pintadas à mão!

Como é um parque nacional, ali são organizadas trilhas para quem curte esse tipo de paisagem, com guias garantindo a segurança dos turistas.

Ausable Chasm, New York

A cinco horas da capital, o Ausable Chasm é uma das joias pouco exploradas do norte do estado. Chasm significa “desfiladeiro”, então o seu passeio gira em torno dele — mas olhar para baixo não é a única atração do ponto turístico.

É um destino ótimo para hikers (a galera apaixonada por trilhas), e a jornada pode ser um pouco exigente para quem está fora de forma, mas a vista vale muito a pena. Localizado no lado oposto do Lago Champlain, este desfiladeiro já foi um rio, que era formado naturalmente a partir de uma cachoeira.

Trata-se de uma versão em miniatura das Cataratas do Niágara, mas com um foco maior para trilheiros, além de ter espaço para escalada, rapel e lantern trails, aqueles percursos em que a galera leva uns lampiões para se orientar. Para quem sempre quis participar desses reality shows de sobrevivência, tipo “Survivor“, fica a dica!

Para se hospedar, você pode escolher uma pousada tradicional ou buscar uma das cabines que ficam dos dois lados do desfiladeiro. É um destino rústico e ideal para quem curte aventuras ao ar livre e camping. Para os mais corajosos, há uma ponte que rende belíssimas fotos também.

Cidade Subterrânea de Seattle, Washington

Essa tal “cidade subterrânea de Seattle” é uma rede de túneis e passagens subterrâneas interligadas que ficam por baixo da cidade, em Washington.

O que acontece é que Seattle sofreu com um incêndio imenso, em 1989, que detonou boa parte da cidade. Na hora de reconstruir o que foi derrubado, as novas edificações ficavam um nível acima da “configuração antiga” da cidade. O que existia antes virou uma série de porões — formando o famoso Seattle Underground.

Hoje, essa cidade subterrânea virou atração turística, com um passeio que rola desde 1965, o Bill Speidel’s Underground Tour. O nome faz referência ao publicitário que bolou essa ideia. Você começa o percurso no Doc Maynard’s Public House, um bar antigo restaurado, e vai descendo até o subsolo.

Contudo, se você ou algum acompanhante tiverem problemas com claustrofobia, pense duas vezes antes de embarcar no passeio, combinado?

Aliás, agora que eu mencionei no parágrafo, me lembrei que o subterrâneo de Seattle é citado de forma bem macabra no já clássico filme Malignant, de James Wan, que saiu em 2021… mas essa história fica para outro dia!

Parque Nacional Mammoth Cave, Kentucky

Mais um rolê para quem gosta de atrações subterrâneas. O Mammoth Cave é o parque nacional mais visitado do estado do Kentucky e abriga o maior sistema de cavernas do mundo, com 640 quilômetros de extensão.

Mas calma aí, você não vai lá apenas para visitar cavernas e tropeçar no escuro: o parque nacional é visitadíssimo por suas outras atrações, com mais de 112 quilômetros de trilhas naturais e mais de 30 quilômetros de rio para você curtir.

Isso torna o Mammoth Cave uma verdadeira delícia para quem curte acampar ao lado de cenários paradisíacos. Há mais de 10 pontos diferentes de acampamento. Além de checar as cavernas (por meio de cave tours, passeios com guias), leve sua bike para pedalar pelas trilhas, praticar rafting nos rios e até andar a cavalo.

E não precisa ter medo das cavernas desabarem em cima de você: o passeio é todo mapeado, e há um caminho bem definido para andar lá dentro. Caso queira um roteiro mais detalhado de tudo o que há pra fazer lá, visite o Mammoth Cave Visitor Center, o centro de informações no local.

Costa Norte, Minnesota

Você sabe por que os Los Angeles Lakers têm essa referência a lakes (lagos) no nome, mesmo Los Angeles não tendo tantos lagos assim? Porque o time costumava ser de Minnesota, o estado que é conhecido como “Estado dos Dez Mil Lagos”. Monkey também é cultura, tá?

Pois então: os lagos de Minnesota são apenas algumas das atrações a serem visitadas na costa norte do estado. Esta região, que fica no condado de Cook, recebe esse nome por conta das extensas margens ao longo do Lago Superior — também conhecido como ponto de viragem do norte de Minnesota.

E as coisas para fazer por lá?

Porém, se o seu negócio é a boa e velha roadtrip (viagem pela estrada, de carro, ônibus ou moto), pegue o seu veículo e mande bala.

Você dirigirá por estradas limpas e terá muitos mirantes e parques estaduais excelentes para explorar. Só não é indicado ir no inverno, já que essa estação não costuma ser muito leve para turistas, em termos de Minnesota.

Casa Winchester, California

Então você achou mesmo que eu terminaria este post sem citar uma mansão mal-assombrada? Acreditou que eu terminaria o texto te encaminhando para a roda-gigante festiva do píer de Santa Mônica? Infelizmente, neste post não trabalhamos com atrações óbvias.

A Casa Winchester é uma mansão em que, acreditam muitas pessoas, vivem alguns espíritos que não curtem muito a ideia de receber moradores ou visitantes. A história do local já é estranha desde a saída: a construção levou 38 anos para terminar, mesmo sem pausas.

Lá dentro, há 161 quartos, 47 lareiras, 600 portas e 3 elevadores. Ela fica em San Jose, na Califórnia, e atrai turistas que adoram passar uma experiência digna dos filmes clássicos de terror. Se o nome é familiar, é porque você provavelmente acertou na referência: a casa foi projetada por Sarah Winchester, herdeira do império de armas.

E a fama de mal-assombrada? Vem das histórias de que Sarah teria sessões com médiuns no local, contadas por antigos funcionários. Inclusive, os rumores eram de que “bons espíritos” eram convocados para apaziguar as vítimas das pessoas mortas por armas Winchester.

Além disso, a ricaça utilizava passagens secretas dentro da casa, temendo ser seguida por fantasmas malvadões.

Em 2018, foi feito um filme americano sobre a mansão, também chamado “Winchester”.

Esses são só alguns dos destinos fora do comum nos Estados Unidos. De tão grande que é, o que não falta nesse país são lugares inusitados (e inesquecíveis) para você visitar e sair da rotina turística de sempre. Em uma dessas visitas, dá até pra fazer novos amigos nativos — e melhorar o seu inglês junto com eles!

Curtiu o post e quer mostrar essas dicas para outras pessoas? Então, compartilhe em suas redes sociais!

September 7, 2024

Como construir crédito nos EUA? Saiba quais são os passos

maximios / Blog

Você sabe de verdade qual a importância de ter uma boa pontuação de crédito ao morar nos Estados Unidos? Esse indicador demonstra aos credores, como bancos, se a pessoa é ou não responsável financeiramente para comprar bens e, ainda, se ela é confiável em termos de pagar as suas dívidas.

Também conhecido como credit score, a pontuação reflete justamente qual a credibilidade do consumidor. No geral, é uma ferramenta utilizada por instituições e agências financeiras para avaliar se existem riscos ao conceder empréstimos a um indivíduo.

Convidei Mariana Martinez, Diretora Executiva da S. Group Investments, para falar melhor sobre como construir crédito nos EUA. Não perca as dicas a seguir!

O que é o credit score (pontuação de crédito) americano?

O credit score americano é uma pontuação ou numeração que vai de zero até no máximo 850, e aponta se a pessoa tem ou não capacidade para pagar as suas dívidas. O crédito é um indicador tanto para Pessoa Física (consumidor final) quanto para Pessoa Jurídica (uma empresa).

Como citei no início do conteúdo, o credit score é bastante utilizado por instituições financeiras e credores. O objetivo é avaliar o risco que as organizações têm de conceder dinheiro aos indivíduos.

Atualmente, há inúmeras agências de crédito aqui nos Estados Unidos que calculam o credit score, como a Fair Isaac Corporation (FICO). A pontuação FICO, por exemplo, varia de 300 a 850. Quanto maior a pontuação, melhor será o seu crédito.

Quando você solicita um empréstimo, como um financiamento de carro, hipoteca para comprar uma casa ou empréstimo pessoal, os credores verificam o seu credit score para determinar quão arriscado é emprestar o dinheiro solicitado.

Credit score pessoa física e pessoa jurídica

A importância do credit score pessoal se estende para o mundo dos negócios, e você deve ficar atento, sobretudo se sonha em empreender nos EUA. Conforme explicado por Mariana:

“[…] obviamente, a pessoa jurídica tem um dono. Então, o credit score jurídico tem como base normalmente a pontuação da pessoa física: ele inicia sempre com o credit score da pessoa física […] por isso que o credit score é tão importante: o credit score da pessoa jurídica, com o tempo, cria um histórico próprio, mas ele sempre vai se iniciar com o do dono”.

Isso significa que um bom histórico de crédito pessoal é fundamental para estabelecer a credibilidade financeira de um novo negócio. Logo, não dar a devida atenção credit score pessoal pode não apenas afetar sua saúde financeira individual, mas também atrasar ou prejudicar o sonho de ter sua empresa em solo americano.

Qual o impacto do credit score no dia a dia?

Uma numeração de crédito mais alta quase sempre resulta em taxas de juros mais baixas e condições de empréstimo mais favoráveis.

Além disso, ao solicitar um cartão de crédito, os emissores usam o seu credit score para determinar o limite de crédito e as características do cartão. Mariana dá mais exemplos:

“Empresas de telecomunicações e provedores de serviços muitas vezes verificam o crédito ao configurar contratos para serviços como telefonia móvel e TV a cabo”.

Da mesma forma, pontuações mais altas podem representar limites mais altos e melhores benefícios, como recompensas e programas de cashback (dinheiro de volta).

Por fim, é importante manter um bom crédito justamente porque proprietários e empresas muitas vezes verificam o indicador, por exemplo, antes de alugar um imóvel. Com isso, há mais chances de ser aprovado como potencial inquilino.

Ter uma boa pontuação ainda abre portas para oportunidades financeiras e também facilita a obtenção de crédito em termos mais favoráveis. Por isso, quem mora nos EUA precisa manter um bom histórico ao longo do tempo.

Como o credit score funciona?

Existem diversos fatores que influenciam a sua pontuação de crédito. O histórico de pagamentos pontuais é, sem dúvidas, o mais significativo, já que ele avalia se você paga as suas contas sempre em dia. Por outro lado, atrasos ou inadimplências afetam negativamente o seu credit score.

A quantidade de dívidas também é essencial, uma vez que considera o número de débitos que você tem em relação ao seu limite de crédito disponível. Manter um baixo índice de utilização de crédito, por exemplo, é benéfico.

O histórico avalia igualmente o tempo de contas abertas e as suas atividades. Ou seja, ter um histórico de crédito mais longo e estável geralmente é positivo para o aumento da pontuação, assim como manter uma mistura de diferentes tipos de contas de crédito, como cartões, empréstimos pessoais e hipotecas.

No entanto, Mariana alerta:

“Solicitar novos créditos e novas consultas em um curto espaço de tempo pode ser interpretado como um sinal de risco”.

Então é importante evitar esse tipo de ação, principalmente se você está iniciando o seu credit score em terras americanas agora.

Como verificar os seus relatórios de crédito?

Nos EUA, você tem o direito de acessar gratuitamente os seus relatórios de crédito uma vez por ano em cada uma das três principais agências do país: Equifax, Experian e TransUnion. Para isso, basta acessar o site oficial AnnualCreditReport.com — o único portal autorizado a fornecer relatórios gratuitos.

É importante ter bastante cuidado com sites que oferecem relatórios de crédito com a condição de fornecer informações do seu cartão de crédito, pois podem ser golpes.

Para verificar os seus relatórios de forma completa, é preciso apresentar os seguintes dados:

  • nome completo;
  • endereço;
  • número do Seguro Social (SSN);
  • data de nascimento.

É possível solicitar relatórios de crédito de mais de uma agência, no entanto, é essencial verificar se todas as informações estão corretas, como detalhes da sua conta, histórico de pagamentos e consultas ao crédito. Caso você encontre erros ou dados imprecisos, é importante entrar em contato com a agência correspondente.

Mariana afirma que:

“Além do relatório anual gratuito, algumas instituições financeiras e serviços de monitoramento de crédito oferecem acesso regular aos seus relatórios de crédito, muitas vezes como parte de um pacote de monitoramento de crédito pago. Esses serviços podem alertá-lo sobre atividades suspeitas e alterações no seu relatório de crédito”.

Então, vale a pena ver se esse serviço é válido para você. Esse monitoramento ajuda a entender como as suas atividades financeiras afetam o seu credit score ao longo do tempo.

O que ajuda a construir crédito nos Estados Unidos?

Construir crédito nos EUA exige tempo e esforço, especialmente para imigrantes que estão iniciando do zero. Atualmente, a maneira mais acessível para isso é obter um Secured Credit Card. Nele, você faz um depósito em dinheiro que serve como garantia e estabelece um limite no cartão de crédito.

É importante escolher um cartão que detalhe as suas atividades para as agências de crédito. Algumas instituições oferecem cartões de crédito específicos para construção de crédito, conhecidos como Credit Builder Cards. Eles geralmente têm limites baixos, mas podem ser uma ótima opção para quem está começando.

Manter os pagamentos em dia é essencial para construir e manter um bom crédito, como os de cartões de crédito, empréstimos estudantis, contas de serviços públicos, entre outros. Igualmente importante é manter o saldo do cartão de crédito abaixo de 30% do limite disponível, pois a ação demonstra responsabilidade financeira.

Tenho bom score de crédito no Brasil. Isso ajuda?

De acordo com Mariana, infelizmente, não. Ela explica:

“O Cadastro Positivo ou qualquer informação de crédito no Brasil não influenciará diretamente o seu credit score nos Estados Unidos. As agências de crédito nos dois países operam independentemente e utilizam diferentes sistemas para calcular as pontuações de crédito. Cada país tem suas próprias agências de crédito […] Portanto, seu bom histórico de crédito no Brasil não será transferido automaticamente para os EUA.

Porém, não quer dizer que seu esforço no Brasil não significou nada. A especialista continua:

“Quando você se muda para os Estados Unidos, geralmente começa a construir seu crédito do zero ou com base em suas atividades financeiras locais. Mas se você já possui um histórico de crédito positivo no Brasil, isso pode demonstrar responsabilidade financeira e ser considerado um aspecto positivo quando você solicitar crédito nos Estados Unidos”.

Quais cuidados você pode ter para não prejudicar o seu credit score?

Existem diversas práticas que auxiliam a manter um bom credit score. Veja a seguir:

  • estar em dia com as obrigações financeiras;
  • evitar a inadimplência e trabalhar para resolver dívidas em atraso;
  • construir um histórico positivo de pagamentos;
  • resolver pendências de crédito no Brasil, como nome sujo;
  • evitar abrir várias contas de crédito em um curto período.

Também é fundamental escolher uma conta bancária de confiança nos EUA. Para isso, você pode optar por bancos americanos tradicionais ou pelas diferentes opções de bancos digitais. Após abrir a conta, você poderá utilizar alguns serviços, como saques e cartões.

Agora você sabe como construir crédito nos EUA é uma atividade essencial, já que afeta muitos aspectos da sua vida financeira e cotidiana. Lembre-se de que uma boa pontuação oferece mais flexibilidade e opções ao tomar decisões, permitindo aproveitar oportunidades com melhores condições.

Aproveite a visita, conheça o aplicativo Guia Monkey e descubra as melhores empresas e serviços brasileiros nos EUA!

September 7, 2024

Como se preparar financeiramente para morar nos EUA? – Monkey Money

maximios / Blog

Depois de pensar e repensar, veio a decisão: sair do Brasil e começar a viver nos Estados Unidos. Mas como se preparar financeiramente para morar no exterior? Sem pânico: se você tem algum plano, não importa qual seja, é importante ter um passo a passo preciso de como ele pode se realizar. Residir em outro país não é diferente.

E pouco importa o seu objetivo, viu? Seja para construir uma vida por aqui, seja para arrumar um emprego e passar algum tempo fazendo uma economia para retornar posteriormente ao Brasil, o mais indicado é ter um preparo e uma reserva para seu período inicial.

Porém, existem alguns tópicos que se diferenciam de acordo com o local onde você vai residir. E é sobre isso que vou tratar neste post. Quer saber mais? Vem comigo, continue a leitura e tire suas dúvidas!

Elaboração de orçamento

Claro, se estamos falando sobre se preparar financeiramente, o primeiro passo é o de elaborar o orçamento. Antes de mais nada, eu indico que você tenha um preparativo relacionado aos gastos que você vai ter antes de vir morar nos EUA.

Muita gente acaba esquecendo desses detalhes iniciais, pensando só em pontos mais avançados do processo.

Por exemplo, se você ainda não tem um passaporte, precisa entender o valor cobrado para a emissão. Da mesma forma o visto. No Brasil, há cinco cidades onde você vai conseguir retirar a sua aprovação para entrar legalmente nos EUA: São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Porto Alegre e Recife.

Se você não mora em uma dessas capitais, precisa entender qual é a cidade mais próxima, o valor cobrado e o tempo de espera para tirar o visto (que, atualmente, gira em torno de oito meses). Sem falar estadia, alimentação, transporte etc. para esse momento.

Fazer todo esse levantamento vai contribuir para que você não se esqueça de nenhum detalhe desse processo inicial e possa garantir que vai ter a quantia necessária para cada uma das etapas.

Pesquisa sobre custos de vida

Os Estados Unidos, assim como o Brasil, é um país de dimensão continental. Ou seja, vários aspectos vão variar muito de acordo com o lugar que você vai estar: clima, cultura, economia, custo de vida, entre outros.

Para entender sobre o custo da sua cidade-destino, precisa antes de mais nada fazer uma pesquisa sobre a média. O aluguel, por exemplo, vai depender tanto do estado quanto do tipo de apartamento/casa. Faça uma lista dos estados e cidades pelas quais você se interessa e compare preços.

Para isso, recomendo o site Numeo, no qual você pode fazer uma comparação do custo de vida entre várias cidades do mundo. Ele engloba principais custos, como transporte, aluguel, alimentação, lazer, saúde, internet, luz, água…

Eu indico também a opção de buscar por comunidades brasileiras para que você conheça pessoas que já estejam por aqui e possam dar uma noção mais atual e próxima dos preços. Grupos no Facebook são excelentes para isso.

Porém, tenha em mente que, se você vai para uma cidade maior, terá um custo de vida mais elevado do que uma cidade do interior.

Preparação para despesas iniciais

No primeiro tópico eu já trouxe alguns exemplos de despesas iniciais relacionadas a morar nos Estados Unidos, como o visto, passaporte, despesa no local onde você vai emitir os documentos, entre outros.

Após a sua chegada em solo americano, esteja preparado para enfrentar uma série de custos iniciais típicos da transição para um novo país.

Moradia fixa

Caso ainda não tenha um lugar permanente para morar, vai ser preciso buscar um local fixo, o que envolve custos de deslocamento e caução, por exemplo.

Também é importante verificar as despesas que terá com transporte entre o aeroporto e o local onde você vai viver, principalmente se for para o interior e em uma cidade onde não tenha aeroporto.

Busca por emprego

Se estiverem procurando um emprego fixo ou temporário, lembre-se de que deslocamentos para entrevistas podem representar um gasto adicional significativo.

Itens para casa

Além dessas despesas, há outros custos iniciais a serem considerados, como a aquisição de itens básicos para o lar, caso sua moradia não seja mobiliada. Isso pode incluir desde móveis e eletrodomésticos até utensílios de cozinha e roupa de cama.

Serviços essenciais

Internet, eletricidade e gás frequentemente envolvem taxas iniciais para sua ativação, além das faturas mensais regulares. Essas taxas de instalação ou conexão são cobradas para configurar os serviços em seu nome pela primeira vez.

Esses custos iniciais podem variar dependendo do serviço e da região, por isso é recomendável pesquisar e incluir essas despesas no seu orçamento de mudança para evitar surpresas financeiras. Assim, você garante uma transição suave e sem surpresas desagradáveis no que diz respeito às finanças.

Abertura de conta bancária

E se estou te contando um pouco mais sobre como se preparar financeiramente para morar nos EUA, não posso deixar de mencionar a abertura da conta bancária. Ter uma conta bancária por aqui é mais do que um diferencial, mas uma necessidade. Vai ser muito mais fácil você fazer transações e também vai trazer mais confiança para os locais onde for trabalhar.

Como eu sou seu melhor amigo nos EUA, criei um artigo completo com o passo a passo para abrir conta americana. Não deixe de conferir! Você tem a opção de abrir em banco tradicionais, como Wells Fargo e Bank of America. Mas também existem opções em bancos digitais, cada vez mais populares e com menos burocracia. Aqui, o processo é 100% online.

E com o Monkey Money APP você pode abrir sua conta digital apenas com seu passaporte e um endereço americano, para ter um cartão de débito Mastercard, fazer transferências instantâneas nos EUA e ainda enviar dinheiro para o Brasil, tudo em um único aplicativo na palma da sua mão. E o melhor, tudo em português.

Documentação para abrir a conta

A documentação necessária para abrir uma conta bancária nos EUA varia de banco para banco; enquanto alguns exigem o Social Security Number (SSN), um documento essencial semelhante ao CPF no Brasil, outros podem solicitar apenas o passaporte e um comprovante de endereço.

Titulares de certos vistos, como o J-I, estudantes e portadores de Green Card, geralmente são elegíveis para obter um SSN, facilitando o processo. Alguns bancos também podem pedir o formulário I-94, que rastreia entradas e saídas do país, e uma autorização de trabalho.

Seguro de saúde e outras coberturas

Você já deve ter ouvido por aí algumas histórias sobre o sistema de saúde dos Estados Unidos. Realmente, alguns procedimentos custam um valor alto, e por isso eu sempre recomendo que tenha um seguro saúde.

Ao chegar nos EUA, é provável que você já possua um seguro saúde temporário, geralmente uma exigência para entrada no país (independentemente do tipo de visto). É aconselhável adquirir uma cobertura mais abrangente para os primeiros seis meses, dando tempo para se estabelecer e explorar opções de seguros de saúde permanentes com mais detalhes.

É preciso entender primeiro que não existe uma única forma de seguro, pois o sistema por aqui é bem diferente do Brasil.

Vale ter em mente também que muitos empregadores nos Estados Unidos oferecem seguros de saúde como parte de seus pacotes de benefícios, o que pode ser uma opção valiosa para os recém-chegados já com emprego à vista.

Além disso, sistemas como Medicare e Medicaid estão disponíveis, respectivamente, para idosos e pessoas com renda limitada, mas é preciso entender os critérios de elegibilidade.

Para avaliar as opções de seguro de saúde disponíveis, o site Healthcare.gov é um recurso essencial, oferecendo um marketplace onde você pode comparar planos de saúde e verificar sua elegibilidade.

Portanto, ter um seguro inicial é essencial para garantir sua tranquilidade enquanto você avalia as melhores opções de seguro de saúde a longo prazo disponíveis para imigrantes.

E então, o que achou das dicas que eu dei sobre o preparo para morar nos EUA? Como você pode ver, são informações bem importantes que vão interferir no valor gasto para se mudar para cá. O mais importante é que você sempre se mude com uma reserva inicial para não passar por nenhum susto, pois imprevistos podem acontecer em qualquer lugar do mundo, não é verdade?

Se curtiu o que eu passei por aqui, compartilhe em suas redes sociais para que as suas conexões também tirem suas dúvidas a esse respeito!

September 6, 2024

Arquivos Dicas USA – Monkey Money

maximios / Blog

14 de maio de 2024

Se você está pretendendo fazer uma negociação de aluguel nos EUA, é importante saber que o mercado imobiliário americano é influenciado por aspectos culturais, sociais e legais relevantes. Nos Estados Unidos, por exemplo, ao contrário do que ocorre no Brasil, o processo de admissão de aluguel geralmente é bem mais simplificado. No entanto, o futuro inquilino também deve cumprir exigências específicas, como apresentar cartas de recomendação e caução como garantia da locação. Acompanhe a seguir e descubra quais são as principais diferenças entre o aluguel nos EUA e no Brasil! No Brasil é assim, nos EUA não… Nos EUA, adquirir um imóvel residencial é considerado um importante investimento a longo prazo. Por outro lado, no Brasil, devido ao contexto social e econômico, a cultura de aluguel é bem mais forte que a compra de propriedades, ou seja, muitas pessoas acabam optando (ou precisando) alugar. Tanto nos EUA quanto no Brasil, a proporção de imóveis para aluguel pode variar bastante dependendo de cada região. Cidades grandes, como centros urbanos e capitais, por exemplo, apresentam mais opções e disponibilidade de casas e apartamentos para locação, com um mercado imobiliário acelerado e agitado. No Brasil, a locação de imóveis é regida principalmente pela Lei do Inquilinato (Lei nº 8.245/91), que estabelece as regras e direitos tanto para locadores (proprietários) quanto para locatários (inquilinos). A Lei do Inquilinato visa equilibrar as relações entre as partes envolvidas, garantindo segurança jurídica e estabelecendo procedimentos claros para a locação de imóveis urbanos Já nos EUA, não existe uma legislação federal abrangente como a Lei do Inquilinato no Brasil, mas sim uma série de leis estaduais e locais que regem as relações de locação. Então, a regulamentação para esse tipo de atividade varia em cada estado do país, de acordo com a localização e as características do imóvel. A vantagem é que, nos EUA, não há a exigência de apresentar um fiador para garantir a segurança do pagamento mensal ao proprietário. Por isso, muitas propriedades podem ser alugadas diretamente com os locatários, facilitando o processo. Muitas vezes, os estrangeiros utilizam cartas de recomendação de faculdades ou empresas para comprovar a sua boa índole. No Brasil é assim, e nos EUA também Tanto nos EUA quanto no Brasil, há muitos imóveis novos e prontos para morar em praticamente todas as cidades e regiões do país. Uma prática bastante comum, inclusive, é o aluguel por temporada, que exige o pagamento diário pela acomodação, já considerando impostos e taxas. Em ambos os países, o processo de locação e os contratos são bem similares. A diferença principal pode estar justamente na quantidade de documentos necessários que devem ser apresentados para a assinatura do acordo e no valor do depósito caução. Geralmente, os contratos de aluguel nos Estados Unidos são feitos de maneira rápida e podem ser assinados em menos de 1 semana após o início do processo. Ao se mudar para a nova residência, é importante planejar-se para arcar com os pagamentos adiantados, até mesmo para evitar riscos de despejo. As diferenças culturais no processo de aluguel de imóveis entre o Brasil e EUA Como falei anteriormente, investir em imóveis nos EUA é algo comum para muitos americanos, o que não acontece da mesma maneira para a maioria dos brasileiros. Isso ocorre devido ao alto custo das propriedades e às inúmeras dificuldades de conseguir um financiamento que caiba no bolso. A seguir, listei as principais diferenças culturais que impactam diretamente o mercado imobiliário americano e brasileiro. Confira! Contratos de locação Os contratos de locação são bastante similares em ambos os países. Nos EUA, o que muda é a documentação que o inquilino deverá apresentar para conseguir comprovar que tem condições financeiras para realizar os pagamentos mensais combinados. Para pessoas estrangeiras, geralmente é solicitado o histórico de crédito internacional e um depósito caução (chamado de security deposit) mais alto, por conta da ausência de um credit score estabelecido no país. Com as comprovações e o pagamento em dia, o processo torna-se simplificado e rápido. Depósito de segurança Como falei, o depósito caução é o principal instrumento de segurança e garantia que o proprietário tem ao realizar a locação do seu imóvel. Nesse caso, o inquilino faz os pagamentos adiantados, referentes ao valor de até 12 aluguéis de uma só vez. O valor é devolvido ao final do contrato, em prazo de até 30 dias, caso não haja reparos a serem feitos. Em geral, os depósitos são referentes ao primeiro e último mês de estadia, e também são utilizados para garantir a cobertura de possíveis danos e manutenções. O valor da caução não cobre custos adicionais, como serviços de luz, água, internet e TV a cabo. Responsabilidades do inquilino e proprietário No Brasil, como vimos, há uma lei específica que trata sobre as obrigações e os direitos de inquilinos e proprietários. Praticamente todas as locações residenciais e comerciais no país são resguardadas pela legislação, exceto em alguns casos, quando o acordo não é feito via contrato. Já nos EUA, existe uma diversidade de normas legais que protegem as pessoas que alugam imóveis. Após a negociação do acordo, por exemplo, o locatário não pode entrar ou interferir no imóvel sem aviso prévio, muito menos sem a autorização do inquilino. Custos adicionais Nos EUA, os custos adicionais associados ao aluguel, como taxas de condomínio, serviços públicos e impostos, já estão inclusos no valor final do aluguel. No entanto, o inquilino é responsável pelas manutenções do jardim e da residência como um todo, mas os valores podem ser negociados com o proprietário. Já no Brasil, o inquilino deve arcar com todas as despesas ordinárias do condomínio, como gastos rotineiros, seguros e IPTU (Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana). Para isso, todos os custos devem ser devidamente detalhados e apresentados no contrato de locação. Animais de estimação Tanto no Brasil quanto nos EUA, alguns proprietários podem recusar inquilinos com animais de estimação, principalmente por conta de possíveis danos que os pets podem causar na estrutura dos imóveis. Nos EUA, é comum que os locadores exijam que os animais sejam castrados, por exemplo. Há raças de animais, inclusive, que são proibidas em alguns locais do país. Assim como no Brasil, a vizinhança também pode se incomodar com os pets, principalmente se provocarem barulhos excessivos com frequência. Procedimentos de seleção de inquilinos Nos EUA, existem diversos procedimentos legais que são realizados para garantir que os inquilinos terão condições de pagar o depósito caução e os aluguéis mensais. Para isso, geralmente são solicitados uma série de documentos, como dados pessoais, comprovantes de renda e extrato bancário. No Brasil, como citei, para além das atuais exigências do mercado imobiliário americano, quem deseja alugar um imóvel precisa, muitas vezes, contar com a figura de um fiador e realizar o pagamento de taxas adicionais, como impostos e condomínio. Agora você já sabe como ocorre o processo de aluguel nos EUA. É importante ter em mente que ter o Green Card não funciona como uma garantia que você vai conseguir locar ou até mesmo comprar uma propriedade no país, apesar de facilitar várias etapas do processo. Mesmo diante das diferenças que apontei entre o Brasil e os EUA, alugar uma casa ou apartamento é uma das alternativas mais rápidas e recomendadas para iniciar uma nova vida e se estabilizar no exterior. Aproveite a visita e assine minha newsletter para ficar por dentro de todas as novidades!

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